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Origem histórica

As violas portuguesas são todas do mesmo tipo fundamental – que, como dissemos, pouco difere mesmo da forma que apareceu e se definiu nas representações do instrumento já a partir do século XVI, com a caixa de ressonância composta de dois tampos chatos e quase paralelos, enfranque ou cinta formando dois bojos, o de cima menor e o de baixo maior, como todos os cordofones da família das “guitarras” espanholas e europeias em geral, a que elas pertencem (ver Fig. 1). A viola está vulgarizada entre o povo, no nosso país, o mais tardar no sec. XVI, se não mesmo antes, e mormente em terras ocidentais (únicas onde parece ter-se difundido com carácter geral). E vemo-la então seguidamente sempre a acompanhar, como hoje, cantares do mesmo género, amorosos e coreográficos, festivos ou satíricos, romances e danças, em folguedos rurais e de rua, a entreter lazeres e saudades, serenatas e mundanidades, mais ou menos sérias ou frívolas. No ocidente, a viola vai paulatinamente substituir a Gaita-de-foles nas suas atribuições festivas; mas esta substituição é feita essencialmente no campo da música lúdica: as funções cerimoniais, que eram vedadas à viola, continuaram a cargo da Gaita-de-foles.

Ver ainda:

Viola - Contexto social e musical

Viola - Especificações técnicas do instrumento

Viola - Técnica do tocador

As diferentes violas



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