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O encordoamento normal destas é de cinco ordens de cordas metálicas, todas duplas nas braguesas, amarantinas, beiroas e campaniças, e, nas toeiras coimbrãs, triplas nas duas últimas ordens e duplas nas três primeiras. Originalmente, parece que a viola portuguesa setecentista teria seis ordens de cordas metálicas (fig. 1), como testemunha a presença de doze cravelhas em algumas campaniças, amarantinas e braguesas, das quais duas perderam hoje em dia serventia