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As flautas, entre nós, são, na maioria dos casos, instrumentos de passatempo individual, que o homem do campo, e sobretudo o pastor, toca, sozinho, nas suas horas vagas. Mas, mesmo onde assim sucede, vemo-las por vezes figurar ao lado de certos conjuntos — gaiteiros trasmontanos, Zés-pereiras, etc. —, que podem até ter carácter cerimonial. O tamboril e flauta, tocados por uma só pessoa, num conjunto instrumental unitário e coerente, é, em Portugal, uma forma rara e pouco representativa, que existia em duas regiões (Trás-os Montes e Alentejo) mas persistindo nos dias de hoje apenas em Trás-os Montes. Os tamborileiros trasmontanos e alentejanos, são um conjunto de uma certa importância, incluso no plano cerimonial, onde a flauta é o instrumento melódico e preponderante. Por exemplo, em certas aldeias de Miranda, o tamborileiro mirandês figurava (do mesmo modo que a Gaita de Foles) com funções cerimoniais nas celebrações e nas ocasiões de baile da gente nova, onde o seu “rugir” secundava ou substituía o toque dos gaiteiros .



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