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A amplitude normal da flauta de bisel entre nós é de sete notas, numa escala diatónica mais ou menos regular, a partir da sensível mais grave; mas as vezes, com certa dificuldade — e pouca segurança —, os tocadores, graduando a insuflação, conseguem obter mais um tom grave. Lambertini indica, para a flauta do tamborileiro alentejano, um âmbito de onze notas, de sol a lá sustenido, mais o fá sustenido e o lá natural. A flauta de tamborileiro (também designada por pífaro) de três furos, subordina-se a princípios acústicos comuns a instrumentos idênticos que já na Idade Média eram usados na Europa. As notas fundamentais da flauta de tamborileiro podem-se tocar, mas não são muito usadas. A escala começa uma oitava acima, com o 2.º harmónico e continua, por intensidade de sopro, pelo 3.º, 4.º e 5.º harmónicos e mesmo mais. Neste instrumento, o intervalo maior entre dois registos é de uma quinta, do 2.º para o 3.º harmónico, pelo que os três furos são suficientes para se conseguir as notas necessárias para fazer uma escala. Esta escala pode chegar a ter mais de uma oitava, como acontece no galoubet occitano, chegando a ter uma oitava e uma quinta (começando por exemplo em fá poderemos tocar até ao dó da segunda oitava).