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As primeiras [concertinas]? tinham apenas dez botões do lado direito. A cada botão correspondem pelo menos duas [palhetas]? (e podem chegar a ser dez) com notas diferentes no abrir e no fechar do fole. Os baixos e os acordes relevantes são a raiz da escala no fechar do fole e a quinta do acorde no abrir do fole. As [concertinas]? podem ter uma fileira de botões, com dez botões. Dada a característica da concertina, a estes dez botões correspondem 20 notas diferentes, dez no abrir do fole e dez no fechar do fole. A uma fileira correspondem apenas dois botões de baixo (lado esquerdo), com dois acordes e dois baixos. Da necessidade de tocar em diferentes tonalidades (de forma a se poder tocar com outros instrumentos), surge a concertina com duas fileiras de botões do lado direito e oito baixos do lado esquerdo. A cada fileira corresponde uma [tonalidade]?, podendo a concertina estar em Sol–Dó, Dó– Fá, ou qualquer combinação que o construtor ou o tocador tenham ensejo de tocar. Com três fileiras o esquema repete-se, podendo a ter concertinas em Sol – Dó – Fá, Ré – Sol –Dó ou qualquer outra afinação. Neste caso, esta concertina tem normalmente doze baixos. Outras concertinas, como por exemplo a concertina italiana, tendo por base duas fileiras, têm algumas notas suplementares numa terceira fileira (cinco ou seis botões) que são as alterações cromáticas, permitindo ao tocador uma vasta gama de tonalidades e opções interpretativas. Hoje em dia muitos [tocadores]? pedem afinações muito específicas ao construtor, de forma a que o instrumento se adapte às suas necessidades e criatividade. As concertinas mais comuns na música popular portuguesa são normalmente afinadas em Sól-Dó. Por exemplo, no caso da música cabo-verdiana é mais comum encontrar concertinas com afinação em Fá-Dó.



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